Antigamente, predominava a crença de que o ser humano nascia com uma espécie de despertador biológico ( “The Alarm Clock Theory” ). Assim, as crianças atingiriam todas as etapas do desenvolvimento visual-motor, naturalmente, segundo seu próprio tempo e ritmo, sem a necessidade de serem estimuladas para isso. Afinal, todas seriam “biologicamente programadas” para tal.
Nos últimos vinte anos, porém, inúmeras pesquisas sobre o desenvolvimento cerebral dos primeiros anos derrubaram definitivamente a crença do "despertador biológico". Ficava cada vez mais claro que para o cérebro se desenvolver, era imprescindível expor o bebê a uma variada gama de estímulos. O que vemos, então, é que se uma criança for privada de certos estímulos em tenra idade, mais tarde poderá apresentar deficiência de aprendizagem e/ou dificuldades específicas em determinadas áreas ( como por exemplo esportes, música, matemática, leitura, etc.)
A falta de estímulo e oportunidade também é o que explica o fato de muitas crianças não engatinharem, ou não arrastarem quando bebês. “Queimam”, assim, etapas importantíssimas do seu desenvolvimento motor. Mais tarde essa perda lhes fará falta, pois o cérebro deixará de formar conexões essenciais. Isso poderá se traduzir ainda em dificuldades de leitura, problemas visuais, problemas na apreciação de detalhes e outros. E sabe por que? Porque a região do cérebro que controla essas habilidades precisa de conexões provenientes do ato de engatinhar para se desenvolver adequadamente.
Dentre os principais pesquisadores nessa área, destacamos Glenn Doman, que por mais de 50 anos tem estudado centenas de milhares de criancinhas (normais ou com problemas neurológicos) nos Institutos da Filadélfia. Doman foi, aliás, um dos precursores desses estudos.
Ressaltamos ainda que se um bebê for totalmente privado de estímulo luminoso nos primeiros seis meses de vida, ficará cego de maneira irreversível.
Diante de tudo isso,concluímos que se houvesse um despertador biológico, então todas os bebês arrastariam e engatinhariam, sem a necessidade de estímulos para isso.
Hoje já sabemos que quanto mais estímulos, mais sinapses o cérebro fará, e quanto mais sinapses, mais inteligente será o indivíduo. É nesse sentido que você pode tornar seu filho mais inteligente. Como dizia Glenn Doman, o cérebro cresce com o uso, e não com o tempo!
Mas atenção!Estimulação precoce não é o mesmo que ingresso precoce na escola. Na verdade, os maiores e melhores estimuladores são os pais, devido ao forte vínculo afetivo com os filhos.
Referências:
Caine,G (1994)
Kotulak (1996)
Shore,Rima (1997)
Sylvester, R (1995)
Brownlee, S.( 1998)
Shiller,P (1997)
Doman, G (1989)
Harvey,N (2000)
A. J. Portela
Obs. Caso precise de referências mais detalhadas, poderá solicitar, deixando uma mensagem.
Nos últimos vinte anos, porém, inúmeras pesquisas sobre o desenvolvimento cerebral dos primeiros anos derrubaram definitivamente a crença do "despertador biológico". Ficava cada vez mais claro que para o cérebro se desenvolver, era imprescindível expor o bebê a uma variada gama de estímulos. O que vemos, então, é que se uma criança for privada de certos estímulos em tenra idade, mais tarde poderá apresentar deficiência de aprendizagem e/ou dificuldades específicas em determinadas áreas ( como por exemplo esportes, música, matemática, leitura, etc.)
A falta de estímulo e oportunidade também é o que explica o fato de muitas crianças não engatinharem, ou não arrastarem quando bebês. “Queimam”, assim, etapas importantíssimas do seu desenvolvimento motor. Mais tarde essa perda lhes fará falta, pois o cérebro deixará de formar conexões essenciais. Isso poderá se traduzir ainda em dificuldades de leitura, problemas visuais, problemas na apreciação de detalhes e outros. E sabe por que? Porque a região do cérebro que controla essas habilidades precisa de conexões provenientes do ato de engatinhar para se desenvolver adequadamente.
Dentre os principais pesquisadores nessa área, destacamos Glenn Doman, que por mais de 50 anos tem estudado centenas de milhares de criancinhas (normais ou com problemas neurológicos) nos Institutos da Filadélfia. Doman foi, aliás, um dos precursores desses estudos.
Ressaltamos ainda que se um bebê for totalmente privado de estímulo luminoso nos primeiros seis meses de vida, ficará cego de maneira irreversível.
Diante de tudo isso,concluímos que se houvesse um despertador biológico, então todas os bebês arrastariam e engatinhariam, sem a necessidade de estímulos para isso.
Hoje já sabemos que quanto mais estímulos, mais sinapses o cérebro fará, e quanto mais sinapses, mais inteligente será o indivíduo. É nesse sentido que você pode tornar seu filho mais inteligente. Como dizia Glenn Doman, o cérebro cresce com o uso, e não com o tempo!
Mas atenção!Estimulação precoce não é o mesmo que ingresso precoce na escola. Na verdade, os maiores e melhores estimuladores são os pais, devido ao forte vínculo afetivo com os filhos.
Referências:
Caine,G (1994)
Kotulak (1996)
Shore,Rima (1997)
Sylvester, R (1995)
Brownlee, S.( 1998)
Shiller,P (1997)
Doman, G (1989)
Harvey,N (2000)
A. J. Portela
Obs. Caso precise de referências mais detalhadas, poderá solicitar, deixando uma mensagem.




